APCA
Revista Portuguesa de Cirurgia Ambulatória Volume 2, Número 1, Dezembro de 2001

Revista Portuguesa de Cirurgia Ambulatória Volume 2, Número 1, Dezembro de 2001


Editorial
Domingos Marques

A expressão da Cirurgia Ambulatória em Portugal
Paulo Lemos, Domingos Marques, Eurico Castro Alves, Ana Regalado, José Soares

A vantagem económica da Cirurgia Ambulatória relativamente à Cirurgia de Internamento na Laqueação Tubar Laparoscópica
Paulo Lemos, Ana Regalado, Domingos Marques, Célia Castanheira, Fátima Malafaia, Manuela Almeida, Manuela Lanhoso, Paulo Salgado

A Cirurgia Ambulatória no Hospital Geral de Santo António
Manuel Seca, Eurico Castro Alves, Carlos Magalhães, Mário Marcos

A Cirurgia Ambulatória no Hospital Distrital de Santarém
Francisco Ribeiro de Carvalho

Cirurgia da Tiróide em Ambulatório - experiência no HGSA
Eurico Castro Alves, Teresa Dias, Carlos Magalhães, Fótima Borges, Manuel Seca

A análise da Cirurgia Ambulatória em Portugal- um desafio ou uma ilusão?
Paulo Lemos

Ficha Técnica

 

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Editorial

Domingos Marques

Há um ano no editorial do primeiro número desta Revista escrevíamos que, face à aceitação inequívoca de que interessavam para o nosso país cuidados de saúde de qualidade, prestados de forma atempada e humanizada, com racionalização de custos, possíveis de obter com a Cirurgia de Ambulatória (CA), e a compreensão do então Senhor Secretário de Estado da Saúde para esta realidade e a sua vontade expressa (e do governo?!) no desenvolvimento da CA, considerávamos haver esperanças para uma definição política que levasse a um efectivo desenvolvimento da CA.
A Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória (APCA) não vacilou, e continuou a procurar junto das instâncias do poder influenciar para que tal se verificasse. Os progressos foram muito escassos, o crescimento da CA teve expressão insignificante e a definição política não avançou, o que é lamentável, face por exemplo às acesas discussões e às propaladas preocupações com as listas de espera cirúrgicas vidê a continuação do Programa de Promoção do Acesso.

Não sendo relacionado apenas com a falta de definição política para a CA, mas também dependente dela, a baixa expressão da CA pode ser observada em números extraídos de um inquérito hospitalar nacional (a CA em 1999 representava apenas 5.5% de toda a cirurgia programada nacional) e apresentados num artigo da responsabilidade da Direcção da APCA, só possível de realizar com o marcado empenho dos interlocutores oficiais nomeados pelos Conselhos de Administração dos hospitais públicos nele incluídos. Com este conjunto de interlocutores foi possível obter dados fiáveis, que possibilitam à APCA ser informadora idónea a nível nacional e internacional, dados esses que contrariam outros superiores mas irreais de organismos do Ministério da Saúde. Como é possível concluir, estamos muito longe de países onde a CA tem a expressão desejável, como os USA, Canadá, Austrália, mas também de muitos dos nossos parceiros comunitários.

Entre as vantagens imputadas à CA encontram-se as de natureza económica. Um grupo de profissionais do Hospital Geral de Santo António (HGSA), composto por médicos, enfermeiros e administradores hospitalares, apresentam um artigo referente a um trabalho comparativo em regime de internamento e de ambulatório da mesma intervenção cirúrgica - Laqueação Tubar Laparoscópica.
A redução das despesas em regime ambulatório é inquestionável, o que só vem confirmar que também nesta vertente, é importante a implementação de programas deste tipo nos hospitais.

Correspondendo aos anseios da Direcção da Revista expressos na edição anterior apresenta-se a experiência de duas unidades de cirurgia ambulatória (UCA) do nosso país, pertencentes a dois hospitais bem diferentes, um Central o HGSA - Porto, o outro Distrital - Santarém. Estas duas estruturas apresentam a organização que tiveram ao longo do tempo, destacam diversas facetas nomeadamente Especialidades envolvidas, selecção de doentes, intervenções mais comummente realizadas, indicadores de qualidade, etc., com resultados crescentes e prometedores, mas ainda longe dos padrões ideais, o que se relaciona com várias dificuldades, onde se destaca a falta de incentivos, nos quais os económicos revestem enorme importância e coarctam o desenvolvimento de novos programas.

O entusiasmo de algumas unidades para novos programas pode ser constatado através de um artigo da UCA do HGSA em cirurgia da tiróide. A realização deste tipo de intervenção, inquestionavelmente possível do ponto de vista técnico, com a obtenção de bons resultados clínicos, acompanhada de elevados índices de satisfação dos doentes, possibilita a redução do tempo e das listas de espera.

Porém programas pioneiros como este, perante a legislação actual, revelam-se do ponto de vista económico altamente lesivos para os hospitais, pelo que a sua implementação pode ser impossível ou suspensa. Problemas desta índole são tratados pelo Dr. Paulo Lemos num artigo que nos coloca perante a encruzilhada actual em que se encontra a CA em Portugal - o desenvolvimento futuro da CA deve ser encarado como um desafio que vale a pena apostar, ou é uma ilusão? Depois de voltar a destacar as inúmeras vantagens da CA e de situar a sua realidade actual, aposta no desafio, mostrando o que há para ganhar se a CA se desenvolver, o que passa fundamentalmente pela implementação organizada de novas estruturas e pelo seu correcto incentivo económico.


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A Expressão da Cirugia Ambulatória em Portugal

Paulo Lemos - Assistente hospitalar de Anestesiologia, Presidente da Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória
Domingos Marques - Chefe de Serviço de Anestesiologia, Secretário da Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória
Eurico Alves - Assistente Hospitalar de Cirurgia Geral, Tesoureiro da Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória
Ana Regalado - Assistente Hospitalar Graduada de Anestesiologia, Vogal da Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória
José Soares - Assistente Hospitalar de Urologia, Vogal da Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória

Resumo
A Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória (APCA) avalia no presente artigo a expressão nacional da Cirurgia Ambulatória em 1999, através da realização de um inquérito hospitalar nacional. Incluíram-se 71 Hospitais Públicos Portugueses correspondendo a 348.287 intervenções de grande e média cirurgia, isto é, cerca de 99.2% das cirurgias referidas oficialmente nas Estatísticas da Saúde do Instituto Nacional de Estatística (1998). 29 (40,8%) Instituições têm já programas de CA em desenvolvimento, representando porém apenas 5,5% de toda a cirurgia programada nacional, muito aquém de todos os valores anunciados oficialmente por diversos Organismos do Ministério da Saúde. Existe maior número de Unidades e expressão de CA no Norte de Portugal reflectindo o maior interesse que este regime cirúrgico tem nesta região do País. Apenas três Unidades têm percentagens de CA superior a 30% de toda a cirurgia programada dos hospitais em causa (Hospital Pediátrico de Coimbra, Hospital Maria Pia no Porto e Hospital Distrital de Santarém).
Num país com exíguos recursos humanos e económicos, baixa produtividade e enorme lista de espera cirúrgica, os autores concluem pela necessidade urgente da criação de políticas orientadoras no sentido do desenvolvimento de programas de elevada qualidade no domínio da CA, para que se possam maximizar as múltiplas vantagens de tipo económico, clínico e social que à CA se encontram associadas, e a tornam numa mais valia para qualquer Sistema Nacional de Saúde.


Endereço para correspondência:
Dr. Paulo Lemos
Serviço de Anestesiologia
Hospital Geral de Santo António
4099-001 Porto
E-mail: paulo.f.lemos@clix.pt


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A Vantagem Económica da Cirugia Ambulatória Relativamente à Cirugia de Internamento na Laqueação Tubar Laparoscópica

Paulo Lemos - Serviço de Anestesiologia - HGSA
Ana Regalado - Serviço de Anestesiologia - HGSA
Domingos Marques - Serviço de Anestesiologia - HGSA
Célia Castanheira - Unidade de Cirurgia Ambulatória - HGSA
Fátima Malafaia - Unidade de Cirurgia Ambulatória - HGSA
Manuela Almeida - Unidade de Cirurgia Ambulatória - HGSA
Manuela Lanhoso - Serviço de Ginecologia - HGSA
Paulo Salgado - Gabinete de Estudos Económicos - HGSA

Resumo
O presente estudo económico de tipo prospectivo tem como objectivo: a) avaliar os custos que a mesma intervenção cirúrgica (laqueação tubar laparoscópica - LTL) efectuada pela mesma equipa cirúrgica, apresenta em dois regimes diferentes, ambulatório (A) e internamento (I); b) estabelecer a diferença relativa entre os dois modelos de intervenção; c) comparar os respectivos custos com o financiamento previsto para os mesmos actos pelo Instituto de Gestão Informática e Financeira da Saúde (IGIFS). Foram incluídas 24 doentes, ASA I, todas potenciais candidatas ao programa de Cirurgia Ambulatória (CA) do Hospital Geral de Santo António (HGSA), divididas em dois grupos com 12 doentes cada: GRUPO A (regime de ambulatório) e GRUPO I (regime de internamento). Registou-se uma diferença estatisticamente muito significativa (p < 0,01) entre os tempos cirúrgicos médios dos dois grupos analisados: grupo A = 26,75 min e grupo I =45,42 min. O estudo permitiu concluir existir uma poupança média de 118.931$00 para cada uma das 12 LTL realizadas em regime de ambulatório no HGSA, isto é uma redução de 62,4% do valor obtido nas LTL efectuadas em regime de internamento. Extrapolando estes resultados, os autores chegam à conclusão de que haveria lugar a uma poupança de 21.526.511$00 se as 181 LTL realizadas no HGSA em 1999 tivessem sido efectuadas em regime de ambulatório. A presente avaliação económica põe em evidência a necessidade premente de serem desenvolvidos, com eficácia, programas de CA nos hospitais integrados no Serviço Nacional de Saúde (SNS), num momento em que se assiste a um ritmo crescente das despesas com a saúde no nosso País.

Endereço para correspondência:
Dr. Paulo Lemos
Serviço de Anestesiologia
Hospital Geral de Santo António
4099-001 Porto
E-mail: paulo.f.lemos@clix.pt


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A Cirugia de Ambulatório no H.G.S.A.- 2000

Manuel Jorge Seca - Chefe de Serviço de Cirurgia Geral, Director da Unidade de Cirurgia e Ambulatório do HGSA
Eurico Castro Alves - Assistente Hospitalar de Cirurgia Geral
Carlos Magalhães - Interno Complementar de Cirurgia Geral
Mário Marcos - Interno Complementar de Cirurgia Geral
Unidade de Cirurgia Ambulatória - Hospital Geral de Santo António

Resumo
Neste trabalho os autores procurarão mostrar os aspectos organizativos mais importantes da sua Unidade: os critérios de selecção, o percurso dos doentes desde a primeira consulta até à alta clínica, os Serviços envolvidos, as patologias mais frequentemente tratadas, a evolução da casuística de 1991 a 2000 e em particular a deste último ano.
A avaliação dos resultados obtida através de uma ficha de controlo de qualidade, na qual são registadas todas as ocorrências em cada uma das fases por que passa o tratamento dos nossos doentes, é complementada por inquérito telefónico realizado um ano após a cirurgia.
Indicaremos os resultados dessa avaliação assim como os do inquérito.


Endereço para correspondência:
Unidade de Cirurgia de Ambulatório do HGSA
Largo do Prof. Abel Salazar
Tel.: 22 2077500
Fax: 22 3326493

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A cirugia de Ambulatório no Hospital Distrital de Santarém

(AVALIAÇÃO DOS ANOS DE 1998, 1999 E 2000)
F. Ribeiro de Carvalho MD - Chefe de Serviço de Cirurgia Plástica e Reconstrutiva do HDS, Director da Unidade de Cirurgia de Ambulatório do Hospital Distrital de Santarém

Resumo
Objectivos: Fazer o levantamento do trabalho desenvolvido na Unidade de Cirurgia de Ambulatório (c. A.) do Hospital Distrital de Santarém (H. D. S.) nos anos de 1998, 1999 e 2000 para avaliar a sua importância no contexto da Actividade Cirúrgica do Hospital. Análise da sua evolução e perspectivas. Metodologia: 1. Caracterização do Hospital de Santarém. 2. Levantamento estatístico da actividade da Unidade nos anos de 1998, 1999 e 2000. 3. Percentagem global da C. A. em relação ao movimento cirúrgico do H. D. S. nos anos referidos. 4. Número de Serviços envolvidos, sua produção e significado estatístico. 5. Diversidade e diferenciação dos actos cirúrgicos realizados em C. A. 6. Percentagem de cirurgias realizadas com a colaboração de Anestesiologista. 7. Avaliação de alguns parâmetros de qualidade. Resultados: Constata-se em 1999 um aumento de 45.7% do n.º total de cirurgias efectuadas em 1998, a que correspondem mais 710 intervenções. Em 2000, foram operados mais 511 doentes do que em 1999, sendo o aumento percentual de 22,5%.
A percentagem de C. A., em relação ao movimento geral de Cirurgia Regrada, de 40,4% em 1998, passou para 49,1% em 1999, e 50.8% em 2000. O n.º de doentes operados com o apoio de Anestesiologista, de 222 em 1998, passou para 400 em 1999, e 512 em 2000. Conclusões: A C. A. afigura-se-nos como a resposta adequada às necessidades e expectativas dos doentes e à carência de disponibilidade operatória tradicional, a que não é alheia, no H.D.S., entre outros factores, a escassez de Médicos Anestesiologistas. A procura exponencial de utilização da Unidade, fonte de disfuncionalidades na própria organização do trabalho, imporá, em breve, o redimensionamento quer do espaço físico da Unidade quer do quadro do seu pessoal, sob pena de não responder às solicitações tendo em conta elevados padrões de qualidade desejados.


Endereço para correspondência:
F. Ribeiro de Carvalho MD
Unidade de Cirurgia de Ambulatório
Tel.: 243 300217
Fax: 243 370220
E-mail: u.cir.ambul@hds.min.pt
Hospital Distrital de Santarém
Avenida Bernardo Santareno, apartado 115
2002 Santarém Codex

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Cirugia da Tiróide em Ambulatório Experiência do H.G.S.A.

Eurico Castro Alves - Assistente Hospitalar de Cirurgia Geral
Teresa Dias - Interna Complementar de Cirurgia Geral
Carlos Magalhães - Interno Complementar de Cirurgia Geral
Fátima Borges - Assistente Hospitalar Graduada de Endocrinologia
Manuel Jorge Seca - Chefe de Serviço de Cirurgia Geral, Director da Unidade de Cirurgia Ambulatória do HGSA
Unidade de Cirurgia Ambulatória - Hospital Geral de Santo António

Resumo
Os autores apresentam, após uma breve revisão da literatura, a casuística relativa ao início do programa de cirurgia da tiróide em ambulatório na Unidade de Cirurgia de Ambulatório do Hospital Geral de Santo António no período compreendido entre Março e Outubro de 2001.
Concluem que, à semelhança da experiência de diversos Centros de Cirurgia Ambulatória, uma parte da cirurgia da tiróide pode ser efectuada neste regime, em segurança e com inequívocos benefícios quer para os doentes quer para as instituições prestadoras de serviços de saúde.


Endereço para correspondência:
Eurico Castro Alves
Rua do Campo Alegre, 1306 - sala 508 - 4150-174 Porto
E-mail: ecastroalves@mail.telepac.pt


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A Análise da Cirugia Ambulatória em Portugal- Um desafio ou uma ilusão?

Paulo Lemos - Assistente Hospitalar de Anestesiologia, Presidente da Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória

Resumo
No presente artigo, o autor procura analisar a situação da Cirurgia Ambulatória (CA) em Portugal. Revê as múltiplas vantagens da CA, dando relevo para a prestação de serviços anestésico-cirúrgicos de elevada qualidade e segurança. Salienta ainda a elevada eficiência e racionalidade económica que este modelo gera. O autor compara diferentes expressões de CA e rácios de produtividade cirúrgica em diversos países e analisa o desperdício relativo por não apostarmos e promovermos a CA no nosso Serviço Nacional de Saúde (SNS). São identificadas algumas situações que carecem de correcção e apontadas algumas medidas que poderiam ajudar a implementar, de facto, programas de elevada qualidade no âmbito da CA, tornando-a numa mais valia para o SNS e para a Sociedade Portuguesa, à semelhança do que ocorre nos países dos nossos parceiros comunitários.


Endereço para correspondência:
Dr. Paulo Lemos
Serviço de Anestesiologia
Hospital Geral de Santo António
4099-001 Porto
E-mail: paulo.f.lemos@clix.pt


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Ficha Técnica

Editores-chefes
Dr. Domingos Marques
Dr. Manuel Seca

Editores Associados
Dr. Paulo Lemos
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Dr. António Meireles
Dr. Artur Santos Costa
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Dr. Carlos Santos
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Jornal do Congresso - 2014
Recomendações -Tromboprofilaxia em Cirurgia Ambulatória
Recomendações para o Tratamento da Dor Aguda Pós-Operatória em Cirurgia Ambulatória

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